terça-feira, 6 de março de 2012

Agora a porra ficou séria!


 

Eu nem queria fazer esse post, mas, como bom blogueiro fracassado que sou, sei muito bem a obrigação moral que se deve ter em atualizar aquilo que você se propõe a escrever. Então, vamos lá.

Secundariamente, devo dizer que me recuso a comentar esses joguinhos inglórios do Carioqueta mais perto de extinção do que a arara-azul ou o jacaré do papo amarelo, de forma que, comentários estaduais, só entre as pausas mais longas da Liberta. Uma única exceção: parece que, enfim, contratamos um zagueiro.

Agora sim, vamos ao que interessa.

Sinceramente não estou nem um tantinho preocupado com os desfalques. Por ordem de importância, à exceção do Leo Moura (quase recuperado), Felipe (observação) e Willians (em recuperação). Isto porque acredito piamente nas teses de futebol moderno e, pra começar indo devagar com o santo, começa com volantes que saibam passar a bola. Muralha, Camacho e Luiz Antonio, pra mim, são mais que exemplos. São exemplares no quesito. Em condições normais, erram poucos passes, marcam bem e tem velocidade pra sair jogando e aparecer como elemento surpresa. O que falta, claro, é maturidade suficiente pra entrar num jogo de Libertadores, coisa que só terão quando começarem definitivamente a jogar. Gosto da ideia desse meio campo com Muralha fixo, Luiz Antonio pela direita, Camacho ou Bottinelli pela esquerda e Ronaldo "flutuando", como dizem por aí. 
O adversário já mostrou que não é nenhum Barcelona, muito menos um bom Universidad. O que precisaremos, de fato, é calma e tranquilidade suficientes para achar o primeiro tento. Depois disso a coisa melhora, o time vem pra cima e aí é que nós (TÁ OUVINDO PAPAI?) não podemos nos acovardar e esperar 40, 50 minutos até que se ouça pela última vez o silvo chato do apito arbitrtal. O segredo está na CONCENTRAÇÃO. FOCO! E tenho dito.

PAPAI, O MEL TÁ AQUI:

PV, Leo, Gonzalez, Braz, Jr. Cesar. Muralha, Luiz Antonio, Camacho e Ronaldo. Deivid(?) e Love.


(?) Esse sinal significa: Fazer o quê?

P.S.: Ao urubu-rei, meus sinceros votos de saúde! Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.