Eu sei, a coisa tava feia por aqui. Pelo sim, pelo não, a enrolação foi grande, mas, cá entre nós, se empolgar com aquele timequinho que arrumaram pra gente em 2010 era meio complicado, né? Nem por isso deixei de acompanhar os jogos, as notícias, os boatos, mas daí a conseguir escrever alguma coisa sobre isso já era exigir demais, rs. Adicione a isso uma pitadinha de preguiça, e um pouco de influência do twitter, por onde as opiniões são dadas com maior velocidade e circulação. Aliás, esse passa a ser "parceiro" do blog, pois espero aumentar os "espectadores" por intermédio do tal @macs15.
O blog retorna com outro nome, um layout mais moderno e ainda mais ácido, rs. A mudança do nome se justifica no fato de que já não mais estávamos escrevendo crônicas sobre o Fla, e sim meros artigos. Tudo explicadinho, "vamo que vamo" ao que interessa.
Exordialmente, a Sulameriquem. Uma competiçãozinha pra lá de mandrake, mas que, com críticos ou não, é o 2º caminho mais curto para a tal Taça Santander Libertadores. Competição da qual, INEVITAVELMENTE, TEMOS OBRIGAÇÃO de participar no ano vindouro. O joguinho ontem foi tão mambembe quanto a copa que o propositou. Um mistão que, embora esforçado, pouquíssimo perigo levava ao gol do nosso querido genérico paranaense. Bottinelli errando tudo, Drogbinha idem, Luiz Antônio nem se fala. Acontece que do outro lado não tínhamos lá um oponente do qual possa se adjetivar de forte, vibrante e perigoso. Desta forma, com o ingresso de R10 e sua turma, o Fla fez o que tinha que fazer. Pressionou, tocou a bola no campo do Patético Paranaense, e chegou ao penal bem convertido pelo Gaúcho.
No entanto, malgrado, muito embora, contudo, há - sempre - o que se ressalavar. A (boa) estreia do Gustavo. Surpresa positiva, bom zagueiro, tranquilo, sereno, sem abafa, sem agonia, sem moleza, sem loucura. Eficiente na bola aérea, eficaz na marcação direta. Claro e evidente que não posso chegar aqui e dizer que é um novo Maldini ou o Canavaro da Gávea, afinal, foi apenas um jogo. Maaas, reitero, tem tudo para se tornar uma boa opção. Zagueiro precisa, antes de tudo, demonstrar segurança e isso sobrou na estreia do Gustavão, ponto final. Jael, O Cruel, meus amigos, na minha modesta concepção, já conseguiu, em tlês jogos, dar mais trabalho às defesas alheias que o Deivid em 15 rodadas. Com o placar de 1x0 assegurado, o jogo de volta com certeza vai ser duro e feio como foi o de hoje, mas acredito numa passagem à próxima fase sem grandes sustos. Vamos esperar o desnrolar dos fatos até o tal jogo.
Voltando ao Championship Brasileiro, esta sim, uma competição digna da participação rubro-negra, temos pela frente um - não se engane! - eficiente, contido e realista Figueirense. Primeiro que o jogo é lá na terra inimiga, onde os donos da casa possuem nada mais nem menos do que 71% de aproveitamento. É mais um daqueles joguinhos onde haja paciência pra tocar a bola, donde os mandantes do jogo se satisfazem com um empatezinho qualquer e a retranca come de prancha. Por tudo isso, não adianta espernear. O Mengs tem uma chance incrível de jogar mal e colecionar o 7º empate no BR-11, o que, na minha concepção, não seria um resultado de todo ruim, haja vista que Cruzeiro, Botafofo e Fiasco foram derrotados pelo Figueira em seus domínios. Porém, como #aquiéflamengoporra!, 3 pontinhos não podem jamais ser descartados. Ufa, acabou. Que saudade que eu estava disso aqui. Atitude, sempre! A propósito, "a tarefa continua difícil, dificílima."
#Se eu fosse o Luxa? Felipe, Leo, Wellinton, Angelim, Jr. César. Airton, Willians, Renato e Neves. Gaúcho e Cruel.
